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Segunda-Feira de Mulherzices – Retrospectiva

Boa Tarde e Boa Segunda Feira!

Estavam com saudades do Senshi? Tenho certeza que sim! Se não estavam finjam que sim pq a gente é carente!

E estamos em mês de aniversário do SENSHI!!!  \o/

Como recordar é viver, vamos celebrar nosso primeiro aninho de vida revendo alguns dos posts mais marcantes de 2012, que tal?

Primeira segunda do ano, Senshi de volta das férias e, como toda segunda, hoje é dia de Mulherzices!

Ano passado um os posts mais legais da coluna, talvez o mais polêmico, foi o que colocou em pauta a utilização ou não da pílula anticoncepcional masculina. Tivemos muitas respostas tanto positivas quanto negativas quanto a esta proposta e foi ótimo estar em contato com os leitores e saber a opinião geral.

Pra quem leu, está aí para ler de novo! Para quem não leu ainda, ta aí também!

Leiam, compartilhem e nos dê a sua opinião, independente se favorável ou contrária!

A pauta de hoje é um tanto delicada mas é um assunto que precisa ser abordado abertamente e há muito tempo vem sendo neglicenciado, trata-se da influência do machismo e do feminismo (nesse caso do feminismo) na sociedade atual, mais especificamente na interferência destes movimentos na ciência. Desde a revolução feminista com o advento da pílula anticoncepcional cabe quase que totalmente à mulher se precaver com o que diz respeito aos métodos contraceptivos, a camisinha surgiu para ajudar nessa tarefa e dar um pouco mais de responsabilidade aos homens mas, principalmente dentro de relacionamentos estáveis, quando a mulher toma pílula a camisinha é descartada com uma facilidade enorme. Acontece que isso faz com que as mulheres tenham além da responsabilidade um grande poder ( Tio Ben é vc?). A mulher pode simplesmente parar de tomar os comprimidos e o parceiro nunca vai saber aí dentro de em média 3 meses pow, gravidez.  Infeliz e vergonhosamente não é difícil achar por aí mulheres que se aproveitam desse poder pra engravidar sem que os parceiros estejam 100% de acordo e mulheres fazem isso pelos mais diversos motivos.

Os hormônios agem no corpo da mulher com uma ferocidade muito maior do que nos homens, é cientificamente comprovado as alterações nos hormônios femininos provocam muito mais efeitos colaterais do que os hormônios masculinos, ta aí a tpm que não me deixa mentir. Homens e mulheres possuem ciclos hormonais ao longo do tempo mas nas mulheres as variações de ciclo se tornam mais evidentes, por este motivo que muitas mulheres não se sentem bem ao tomar pílulas anticoncepcionais, certas concentrações hormonais provocam grande mal estar, tonturas, náuseas, alterações de peso, humor e até problemas cardíacos nos casos mais graves. Algo que poderia ajudar neste quadro e facilitar um pouco a vida das mulheres seria uma pílula anticoncepcional masculina. E ela existe e funciona.

Explicando: desde os anos 70 existem estudos a respeito de pílulas masculinas que funcionariam basicamente de duas formas, inibindo a produção de espermatozoides ou infertilizando os espermatozoides produzidos. Parando de tomar a pílula o efeito se reverte, da mesma forma que acontece com as pílula feminina. Existe um médico brasileiro chamado Elsimar Coutinho que trabalhou com equipes de cientistas de várias partes do mundo e conseguiu criar uma pílula que garante certa de 92% de eficiência, pouco a menos do que a feminina que é de 97%, porém com muito menos efeitos colaterais. Esta pílula é produzida e se tornou um dos grandes aliados no programa de controle de natalidade na China, vem sendo utilizada há quase 20 anos. Agora a pergunta, onde está esta pílula que não chegou ao conhecimento geral? Falta de interesse dos laboratórios e rejeição em massa por parte de movimentos feministas mundiais.

Em um congresso mundial estavam presentes autoridades políticas e sociais e representando a ciência estava Elsimar Coutinho, ele mostrou o projeto e foi quase linchado, a ponto de ter que sair pelos fundos. Sabem qual a justificativa dos movimentos feministas? Que o homem não deveria tomar esse tipo de medicamento porque compete às mulheres a decisão de ter filhos ou não. Minha reação imediata a essa justificativa foi “e onde diabos fica o direito do cara de decidir se quer ter filhos ou não?” Quer dizer que o movimento feminista só defende direitos iguais quando é conveniente, isso? O homem não pode ter a opção de utilizar um método contraceptivo de sua escolha?

Olha, não vou cuspir no prato que eu comi, sei que se tenho acesso a estudo, mercado de trabalho e muitos dos direitos como cidadã eu devo aos movimentos feministas que lutaram e queimaram sutiãs por mim, só que nesse caso o feminismo foi egoísta e ignorante, estão fazendo exatamente o que fizeram conosco durante séculos, tirando a possibilidade de escolha. Elas justificavam que seria muito fácil os caras usarem isso como desculpa pra transar sem proteção e deixar a mulher com as consequências. Ora isso já acontece hoje! Com lábia e o tonta certa muitos caras já fazem isso facinho. É uma questão de ética, de caráter e moral, a existência ou não da pílula não mudaria isso. E onde fica a ética daquela mulher no início do post, que usa uma gravidez pra prender um cara, tentar salvar casamento, golpe da barriga e tantos outros usos? Não seria a hora de discutir a ética dela diante do parceiro também? Com essa rejeição de grupos feministas muitas partes do mundo, inclusive o Brasil que já tinha um laboratório na Paraíba pronto pra produzir o remédio, as pílulas masculinas foram deixadas de lado. Sei que a China já adotou o método há muitos anos, pesquisei mas não encontrei notícias sobre outros locais que a utilizam. Achei a iniciativa inovadora, apesar da ideia já ser antiga, é prática e que poderia facilitar a vida de muitos casais. O homem poderia tirar um pouco do peso das costas da parceira o que faria um bem danado a muitos relacionamentos por aí. Que tal parar e pensar um pouco no assunto?

Enfim, eis um vídeo com a entrevista do cientista Elsimar Coutinho em que ele conta um pouco da luta e das experiência dele trabalhando nesse projeto.

Todas as opiniões expressadas nesse texto são estritamente pessoais.

 

Segunda-feira de Mulherzices: Violência contra a mulher

Olá galera leitora, na boa?

Vocês já perceberam que há alguns posts, o Mulherzices vem abordando temas mais sérios. E nessa nova onda, o assunto de hoje é literalmente algo que dói: violência contra a mulher.

Alguma de vocês conhece alguma moça que sofreu agressão física ou psicológica partindo do namorado, marido ou sei lá quem? Você já foi agredida?

Não raramente nos deparamos com notícias tristes sobre mulheres que são violentadas e mortas por seus “companheiros”. Violadas e humilhadas seja por uma palavra ou por um tapa. As justificativas para atos assim variam do ciúme até um prato do jantar que não estava bom. É difícil medir o que dói mais, se a humilhação ou o sangue no rosto. Penso que a medida de dor para uma situação assim é quase impossível e buscar uma explicação para tentar compreender o motivo pelo qual tantas mulheres permitem ser ultrajadas e violentadas (física, mental e emocionalmente) não é tarefa das mais fáceis. E longe de mim tal pretensão. O que me importa nesse exato momento é chamar a atenção das leitoras do Senshi para uma situação desagradável que cresce proporcionalmente ao silêncio das agredidas e de todos os amigos e familiares ligados a elas.

Dados do Anuário das Mulheres Brasileiras de 2011, divulgado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres mostraram que quatro entre cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica. Muitas das agredidas afirmam ter medo de denunciar os parceiros, por medo da retaliação, outras afirmam que seu silêncio se justifica no fato de que a figura do homem é que leva sustento para casa e para os filhos, se caso estes forem presos, ela e os filhos não terão condições de sobreviver e podem até mesmo perder o lugar onde moram. Há aquelas que dizem não denunciar pela vergonha que a situação pode gerar entre colegas de trabalho e outros familiares. Outras dizem que “as coisas irão mudar”; “ele prometeu fazer de novo”; “ele disse que me ama”; “ele me mandou flores”.

Fato é que independente de classe social, muitas e muitas mulheres são agredidas, por palavras, por socos e pontapés. Todas essas tem sua dignidade ferida. A violência a elas imposta em nada se justifica. Aliás, a violência imposta a qualquer pessoa nunca se justifica. 

Sabe-se, sem que seja necessária nenhuma pesquisa ou relatório de políticas públicas sobre o assunto, que a cada denuncia abafada pelo medo, os agressores se fortalecem e batem com mais força. Em alguns casos, quando se cansam de bater e ofender, tentam matar. A Agência Patrícia Galvão aponta diversos dados referentes ao tema,  bem como diversos outros que versam sobre a mulher e as ações em defesa das mesmas, no Brasil e no mundo.

O site aponta que:

  • Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.
  • Machismo (46%) e alcoolismo (31%) são apontados como principais fatores que contribuem para a violência.
  • Duas em cada três pessoas atendidas no SUS em razão de violência doméstica ou sexual são mulheres; em 51,6% dos atendimentos foi registrada reincidência no exercício da violência contra a mulher.

Existe uma central de atendimento em âmbito nacional, chamada Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 – que funciona 24 horas por dia, de segunda à domingo, inclusive feriados. A ligação é gratuita. O site Portal Brasil,  vinculado ao governo federal oferece algumas informações também.

É importante denunciar as agressões. Mesmo que haja medo, já existem programas de amparo a mulher. Podem não ser 100% eficazes, mas existem. E imagino que nenhuma solidão pode doer mais que a dor da dignidade ofendida. Nada é mais cruel que ter sua integridade física violada.

Se você conhece alguma moça que passa por essa situação, convença-a denunciar. Se você sofre com isso, liberte-se. Denuncie. Respeito é bom e todo mundo gosta. Violência não justifica nada.

Espero que tenham gostado, apesar de ser um tema triste.

Abraços a todas e até a próxima.

Segunda-feira de Mulherzices: Atrás dessa lente tem uma moça legal

Olá moças leitoras! Na boa?

Você usa óculos? Conhece alguma moça que usa? Já percebeu a aflição dessas criaturas na hora de se maquiar?

Pois então, eu padeço desse mal e decidi compartilhar com vocês algumas coisinhas que até pouco tempo eu não sabia e que me ajudaram (e muito).

É bom dizer que os tipos de problema que te levam a usar óculos interferem na sua maquiagem. Moças que tem miopia (dificuldade para enxergar de longe), que é o meu caso, usam lentes que tendem a diminuir os olhos, então a maquiagem deve fazer efeito contrário, ou seja, aumentar os olhos.

Para isso você pode: usar cores claras na pálpebra, de preferência cores não cintilantes (para que não brilhem muito por baixo das lentes). Usar tons escuros no canto externo e um claro no centro. Fazer o contorno com lápis preto por fora do olho.

As meninas que tem hipermetropia (dificuldade para enxergar de perto) usam lentes que aumentam os olhos, logo, a maquiagem deve diminuir esse efeito. Para tanto, pode-se usar cores mais escuras e o lápis preto deve ser usado na linha da lágrima (por dentro do olho) e na raiz inferior dos cílios.

Para todas as meninas vale a regra de usar pouco rímel. Se houver exagero, o produto vai fazer com que os cílios borrem a lente (e isso não é legal). Além do que, o excesso de rímel forma “tufos” de produto e embolam os cílios e isso fica mais evidente através das lentes (ou seja, fica feio).

Para alguns maquiadores e demais entendedores do assunto, o mais importante para as meninas que usam óculos é o cuidado com as sobrancelhas. Mantenha-as definidas e penteadas. O óculos não deve escondê-las, ok?

Há vários blogs que comentam o assunto. Quem curtir pode conferir aqui, aqui e aqui.

E esses tutoriais podem ajudar também:

Fernando Torquatto – Maquiagem para quem usa óculos – Dia e Noite

Alice Salazar 1 – 

Alice Salazar 2 – 

Então é isso gatenhas, espero que tenham gostado.

Abraço para todas, uma piscadinha com olhinho bonito por trás do óculos  e até o próximo post.

Segunda-feira de Mulherzices: Outubro Rosa

Olá galera leitora! Na boa?

Meninas e meninos, vocês já ouviram falar no Outubro Rosa?

Pra quem não sabe, essa é uma campanha internacional de combate ao câncer de mama e que começou nos Estados Unidos, em 1990. O nome Outubro Rosa remete a cor do laço que simboliza as ações de combate a esse tipo de câncer.

O Outubro Rosa engloba atividades que vão desde palestras de conscientização, mamografias, desfiles com mulheres que já venceram o câncer, instruções de como fazer o auto-exame e uma série de outras iniciativas que envolvem vários segmentos da sociedade, tudo para divulgar e promover outras inciativas que visam o esclarecimento e o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Uma característica marcante do Outubro Rosa, além do uso do laço rosa, é a iluminação cor de rosa que vários monumentos internacionais adquirem durante a campanha. É um jeito colorido e bonito que as cidades tem de demonstrar seu apoio a campanha.

Como nós somos moças muito inteligentes e nos preocupamos com nossa saúde, é imensamente válido buscar informações sobre o câncer de mama, se inteirar sobre o assunto e orientar amigas, mãe, tia, prima, irmã, namorada, colega, vizinha, professora e quem mais você conhecer. Sobretudo as mulheres acima dos 40 anos de idade e aquelas que já tenham histórico de câncer de mama na família devem realizar mamografias anualmente.

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Para maiores informações,vale a pena conferir a página do Outubro Rosa e também a página do Amucc (Associação Brasileira de Portadores de Câncer).

Sobre como realizar o auto-exame  é só clicar aqui ou aqui.

Espero que tenham gostado e espero também que abracem a causa.

Abraços cor de rosa e cheio de saúde. Até o próximo post.

Segunda-Feira de Mulherzices – Perfeição, será?

Toda mulher “precisa” ser perfeita. Fato. Somos cobradas disso diariamente durante a vida toda.

Desde a infância existe muita cobrança quanto aos modos e comportamentos adequados para as meninas. Muitas vezes isso é visto de forma tão normal que passa despercebido. Meninos podem se sujar, correr e gritar, no máximo são chamados de mal-criados e levam uns puxões de orelha, outros dizem que é fase.  Meninas não podem ter fase. Meninas tem que se comportar. Ponto. Aí sempre vai ter uma pra dizer – Não, eu podia fazer tudo, eu brincava e não sei mais o quê.  Na boa. Mentira. Mulheres precisam ter jeito de moça, andar feito moça, sentar como moça, comer feito moça, ter postura de moça. Vamos lá garotas, quem nunca ouviu isso?

Então a gente cresce e vai pra escola. Meninos que sentam no fundão, brigam, gritam, matam aula. Outra vez, fase. Agora, uma menina na mesma situação é inaceitável. Meninas tem que ter notas boas, não podem matar aula, precisam chegar em casa cedo, limpas, penteadas, menina não suja, não se machuca correndo, são delicadas e comportadas, elogio na reunião dos professores, letra bonita e caderno caprichado.  Podem dizer que menina tem que ser assim mesmo, ta certo. Mas não é assim que começa o machismo? Definindo o limiar entre as coisas de menina e as coisas de menino?

Chegando à adolescência tudo piora e muito. Além de tudo o que já foi dito vem a maldita ditadura da beleza. Nós não somos ensinadas a gostar de nós do jeito que somos, não somos ensinadas que beleza é um conceito individual e subjetivo, não somos ensinadas que ser diferente é legal. Toda cultura tem seu padrão de beleza, independente de qual seja, as mulheres sofrem com ele. Aqui no ocidente temos o modelo alta-magra-cabelão. O Brasil em toda a sua mistura de jeitos, cores e formas, com suas mulheres para todos os gostos e ainda assim seguimos o modelo alta-magra-cabelão. Mas isso não é privilégio da cultura ocidental, certa vez vi um documentário sobre uma região africana em que a beleza feminina está ligada à gordura extrema. Gordura é associada à poder aquisitivo, família boa, menina magra não casa. As meninas são mantidas presas em suas camas para não gastarem energia, são engordadas feito gado. Tudo em nome dos padrões de beleza.

Voltando ao ocidente, alcançamos a vida adulta e com ela a cobrança aumenta exponencialmente. Somem tudo que há acima com o fato de que a mulher precisa ter sucesso  profissional, relacionamento estável, ser boa dona de casa, andar linda e na moda, cabelos sempre perfeitos e bom humor impecável. Sim, o bom humor é fundamental.

Um homem de mal humor está tendo um dia ruim e deve ter seus motivos. Uma mulher de mal humor será eternamente mal comida, megera, ta de tpm, insuportável, grossa. Não importa que este comportamento tenha sido somente um dia. Esse dia será lembrado.

Um homem com uma camisa meio amassada, barba por fazer ou uma cara de ressaca, será alvo de uma piadinha ou outra. Coisa que não chega à mesa do almoço da empresa. Uma mulher que deixa de fazer a unha no final de semana, aparece sem maquiagem ou encosta o salto por um dia, será vista como desleixada. Stressou e rodou a baiana uma vez? Barraqueira. Não importa se acontece somente uma vez. É aquela imagem que conta.

Tudo isso é fruto de sociedades que cobram cada vez mais das mulheres. E cobram tudo. O sentimento de frustração é recorrente, a vida social vai bem mas está preocupada com o trabalho, ela ganha bem mas ta precisando perder uns quilinhos, está linda e magra mas não tem namorado, está linda, magra, ganha bem e é casada mas ainda não teve filhos, enfim, sempre falta alguma coisa. A sociedade nunca está satisfeita e, consequentemente, nós também não conseguimos ficar.

Olha Amélia, no seu tempo ser mulher de verdade era bem mais fácil…

Segunda-feira de Mulherzices: Moda pen drive

Olá galera leitora! Na boa?

Voltando as postagens depois de meses de ausência (zilhões de desculpas meninas e meninos)!

Provavelmente todas nós já passamos pela situação de precisar de um pen drive e fazer a triste constatação de que o bendito ficou em outra bolsa, em casa, no carro … há quilômetros de distância de você.

Pensando nisso, algumas empresas vem criando pen drives embutidos em acessórios , como colares e pulseiras. Os dispositivos tem memórias de vão de 1 até 16 gigas. Há versões importadas e outras nacionais. Vocês podem conferir alguns modelos aqui, aqui e aqui.

Quem quiser elaborar um visual bonitinho e ainda ter a garantia de que não vai passar sufoco na hora de salvar os trabalhos, acho que é uma boa alternativa.

Espero que tenham gostado.

1 giga de abraços pra vocês.

 

 

Segunda-Feira de Mulherzices – As Mais Ricas do Brasil

A Revista Forbes já divulgou a lista com as mulheres mais ricas do país, que tal avaliar o patrimônio delas?
 
1° -Dorothea Steinbruch e família – R$ 5,34 bilhões
Ela é herdeira da maior industria têxtil da América Latina,Grupo Vicunha, e é reconhecida internacionalmente apoiando grandes eventos de moda. O patrimônio dela e de sua família (3 filhos e 4 netos) está avaliado em 5,34 bilhões, incluído a participação em siderúrgicas e bancos, nada mal!
 
2° – Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela – R$ 4,79 bilhões
Ela é, nada menos, que a maior acionista individual do Banco Itau-Unibanco (Itau S/A), em conjunto com seu irmão Alfredo, cada um com 7,2% dessa holding que esta avaliada em R$ 52 bilhões, assim sendo o maior banco privado do pais e um dos 15 maiores do mundo.
 
3° – Ana Maria Levy Villela Igel e família – R$ 3,80 bilhões
Viúva e herdeira do Grupo Ultra, que através de sua holdings controla a Ultragaz, BrasilGaz, Ultrapar e Oxiteno. Durante muito tempo Ana atuou como uma das diretoras executivas na administração da empresa, hoje é conselheira e tem dedicado os seus dias em participações em organizações sociais de apoio a crianças e idosos. Atualmente está com 69 anos.
 
4° – Dulce Pugliese de Godoy Bueno – R$ 3,79 bilhões
Aos 68 anos, é médica e sócia do Grupo Amil, a maior empresa de assistência médica privada do Brasil. Apesar de ter fundado a empresa junto com o Dr Edson de Godoy Bueno quando ainda era seu marido, eles se separam e continuam no comando da compania, ele como presidente, com patrimônio de R$ 4.10 bilhões e ela vice com 3.79 bilhões.
Imaginem que divertidas as reuniões de cúpula dessa empresa! Será que tem barraco? Ok, acho que não. Mas seria muito mais legal se tivesse, imaginem um “Casos de família” : TEM 4.10 BILHÕES MAS FICA MENDIGANDO A GASOLINA DO JATINHO. Problemas de gente rica…
 
5° – Maria de Lourdes Egydio Villela – R$ 3,13 bilhões
Milú, como é conhecida, tem 69 anos, é divorciada, tem um casal de filhos e um fortuna de herança que a tornou uma das mulheres mais ricas do Brasil junto com sua sobrinha Ana Lúcia (2° colocada). Ela tem 4.9% de participação no Grupo Itaú S/A que inclui o Banco Itaú, Itaútec (computadores), Duralex (Mat. construção) e Elekeiroz (química). É também a atual presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Como será o amigo oculto de fim de ano nessa família?
 
6° – Lina Maria Aguiar – R$ 2,44 bilhões
Lina e Lia Maria Aguiar, ocupam a 6° e 7° posição consecutivamente, a história das duas irmãs se resumem na mesma. Elas são as duas das 3 filhas adotivas de Amador Aguiar, fundador do Bradesco, que não tiveram herança no testamento, mas brigam a anos na justiça por aproximadamente 1% do valor do banco que atualmente esta em R$105 bilhões.
 
7°- Lia Maria Aguiar – R$ 2,00 bilhões
As irmãs Lia e Lina, gêmeas de 74 anos, brigam na justiça até hoje pelos bens deixados pelo seu pai. Sócio fundador do Grupo Bradesco. Esses bens não incluem o Bradesco, pois em testamento de Amador Aguiar, a empresa seria controlada pela Fundação Bradesco. A briga é por um acordo feito a 30 anos atrás, que daria a elas mais de 1 bilhão. Os bilhões que tem atualmente, a principio seria de uma espécie de “doação” feito pelo pai em vida. Agora eu pergunto, quando elas pretendiam gastar esse bilhão adicional? Porque né? Já tão com 74 aninhos… 
 
8° – Maria Cláudia Amaro – R$ 1,63 bilhão
Maria e seu irmão, são presidentes do conselho de administração da TAM. Fruto de herança do finado comandante Rolim Amaro, os dois filhos administram a empresa fundada pelo pai. Nesse ano de 2012 deram salto grande na história da aviação, a TAM se uniu a LAN (Chile) e formaram a maior companhia area da america latina. 
 
9° – Luiza Helena Trajano e família – R$ 1,19 bilhão
Creio que essa Luiza todos conhecem, ela é CEO do Magazine Luiza. Ela começou sendo balconista em loja de presentes dos tios, se tornou gerente da loja, e expandiu para vários pontos da cidade, até chegar ao que é hoje, 600 lojas, 21 mil funcionários, tudo conquistado com suor. Atualmente ela é ministra da secretaria da Micro e Pequena Empresa do governo da Dilma. A única da lista que não “ganhou” sua fortuna pelo esforço de outros, trabalhou para merecer o que tem!
 
10° – Denise Goldfarb Terpins e família – R$ 1,05 bilhão
O pai de Denise, Bernardo Goldfarb, abriu o negócio que se chamou “Marisa Bolsas”, mal sabia ele, que 60 anos depois iria se tornar uma das maiores redes de lojas de departamento do Brasil, com 336 lojas Marisa espalhadas em território nacional. Toda composição da empresa está nas mãos da família. Denise possui 6.49% e atua como conselheira de administração da companhia.
 
Como estará esta lista em 10 anos? Será que haverão mais ‘Luizas’ que herdeiras? É o que a gente espera né?
 
Beijos seus lindos!
 

Segunda-Feira de Mulherzices – Do Cavalheirismo ao Sexismo Barato

Há alguns dias me deparei com a seguinte frase “Cavalheirismo é o nome que as mulheres dão à parte do machismo que lhes é conveniente”. (Via@arbustus)

Isso me fez pensar: onde termina o cavalheirismo e começa o feminismo condicional?

Voltando algumas décadas na história podemos nos lembrar da época em que as mulheres não trabalhavam porque não podiam, logo não tinham renda própria e quando possuíam algum patrimônio não detinham o controle do mesmo. Neste cenário, realmente as mulheres dependiam dos homens para sair de casa, pagar contas, comprar qualquer coisa que precisassem. Depois de décadas de lutas essa situação mudou muito, hoje podemos estudar, trabalhar, sermos donas dos nossos narizes e definir os rumos de nossas vidas.

Então o que justifica em pleno século XXI mulheres agirem como há 60, 50 anos?

É engraçado e contraditório pensar que uma mesma parcela da população feminina queira dominar o mercado de trabalho, alcançar a equiparação salarial, porém vem dar chilique na hora de bancar o próprio cinema. Querem ser independentes e morarem sozinhas, mas não aprendem a trocar uma torneira porque isso é “serviço de homem”.

Para estas mulheres cavalheirismo é dar presentes, pagar a conta do restaurante, teatro, cinema, gasolina, hotel, motel, salão, roupas, sapatos, bolsas e maquiagem. Pegar e deixar em casa, levar pra faculdade, visitar a mãe, pai, tia, amiga, prima, gato, cachorro e periquito para, ao final do dia, gritar a altos brados que “não depende de homem nenhum”. Certa vez uma conhecida disse que o homem tinha mais que pagar as coisas mesmo pra “valorizar a mulher”. Querida leitora, se você é dessas tenho duas notícias:

1 – Valorizar é diferente de dar preço.

2 –  O que você está fazendo não passa de prostituição indireta. Afinal o cara ta pagando pra ficar contigo.

Aí vem os homens que dizendo adorar mulher independente, achar ótimo e maravilhoso que elas tomem as rédeas das situações e etc… Acontece que quando encontram uma mulher que tenta agir na contramão disso tudo e se virar sozinha de verdade, alcançar a verdadeira independência, pagar pelo próprio cinema, não gostam. Se sentem “castrados”, privados de fazer “coisas de homem” tipo pagar a conta. Aí fica difícil, meus amigos !

É mulher demais querendo se manter na zona de conforto, é homem demais querendo manter a “masculinidade” e os poucos que agem de forma diferente acabam pagando o pato disso tudo, se sentindo inseguros e sem saber direito como se portar.

Bem vindos à era do sexismo condicional, em que ser machista ou feminista depende do dia da semana.

Beijos, seus lindos!

Segunda-feira de Mulherzices: Maquiagem rápida

Olá galera leitora! Na boa, moças?

Quem nunca se descabelou ao olhar pro relógio e perceber que não teria tempo pra fazer a maquiagem? Quem, quem? E quem nunca sonhou com um jeito rápido e prático de se maquiar e ficar linda de viver?

Pois então minhas irmãs, fiquemos felizes! A empresa americana Color On lançou recentemente uma linha de maquiagem instantânea que promete resolver esse probleminha de falta de tempo e necessidade de se maquiar. Trata-se do seguinte: são kits de maquiagem adesiva, que contém as cores de sombra, efeito esfumaçado, delineador e que a moça deverá aplicar sobre as pálpebras ainda úmidas e deixar agir por alguns segundos ( como as tradicionais tatuagens de chicletes que já conhecemos). Depois disso, é só retirar o adesivo e a make está pronta.  Bom, né?

O site oferece uma paleta de cores desde as mais tradicionais(cinza, marrom, lilás) até efeitos de oncinha e camuflagem, para quem quiser causar muito impacto.

Cada adesivo, segundo o site, rende em média 10 aplicações. E o valor dos kits é de 20 dólares (40 reais aproximadamente).

Se o efeito for tão bom quanto aparece nas imagens, vale a pena desembolsar a grana e garantir uma saída  mais prática de maquiagem. Aqui no Brasil, quem vende a promessa de make rápida/bonita é o site CosmeticNet.

Espero que tenham gostado.

Abracinhos (com direito a piscadinha com olho bem maquiado) e até o próximo post.

Segunda-feira de Mulherzices – É São João minha gente!

Olá galera leitora, na boa?

Como viver o mês de Junho e não pensar em quadrilha, festa junina e comidinha boa hein, hein, hein? Quem é que não lembra de São João, São Pedro e Santo Antônio (esse último sofre com o povo que quer reverter o status de “forever alone”… enfim).

E ao pensar em festa e quadrilha, quem nunca se deparou com a perguntinha: o que eu vou vestir?

Toda a indumentália junina remete ao clima tradicional das festas típicas do mês e para que a tradição não se perca, é comum encontrar pessoas que nessa época do ano se rendem as estampas xadrez, as calças mais apertadas, as botas, aos cachecóis e chapéus para ficar com a cara das festas juninas.

Pois então, hoje o Mulherzices mostra pra vocês algumas imagens da moda junina, que vocês podem usar nas festas ou até mesmo incorporar ao guarda-roupa e usar em outras ocasiões. Bora ficar bonito?