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Sexta-feira hipster – Vamos falar de math rock?

ROCK MATEMÁTICO!!!???????

PORRA, ROCK MATEMÁTICO!??? Leia o resto deste post

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Sexta-feira Hipster – Entenda o que é Gangnam Style.

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Os desenhos de um paciente que escutou progressivamente Djavan.

Certa feita, um artista plástico estrangeiro foi submetido progressivamente às audições das canções de Djavan. Assim era a sua arte, antes do experimento:

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Eventos vintage: eu já vivia em um mundo de fantasia antes de ser mainstream.

Juninho tem 16 anos. Ele não lava o cabelo. Nunca comprou uma camisa. Com um pouco de sorte, ele troca de cueca uma vez por semana. Mas nem sempre o Juninho é assim. Em certos períodos específicos do ano, Juninho passa horas alisando e colorindo as madeixas no cabeleireiro da mãe. Ele domina os conhecimentos de tecidos com pesquisa apurada de preços. Ele desenha seus próprios modelitos. Ele compra maquiagem especializada. Ele gasta o dobro que a irmã com cosméticos. Juninho, senhoras e senhores, é um cosplay.

Juninho não está sozinho: existe uma legião de administradores, médicos, advogados, programadores, publicitários e profissionais liberais  que aderem a um saudável (apesar das controvérsias) escapismo nos fins de semana em eventos específicos de animes, quadrinhos e RPG. Para muitos, trata-se de uma festa a fantasia, mas quem já foi sabe que a questão vai muito além disso. Incorporar à perfeição um personagem de ficção é uma forma de arte cênica. Requer tempo, ensaios, exercícios (apesar de muitos não ligarem para as diferenças de peso entre eles e os personagens) e muito investimento para alcançar a perfeição. Pois hoje em nossa galeria nós vamos relembrar alguns dos percursores dessa controversa arte. Cosplayers de raiz oriundos dos primeiros eventos da Comicon, do Star Wars, do Star Trek e do D&D. Confira alguns dos Vintage coslayers:

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Senshi Sports – Um pouco sobre o All Blacks.

Quando você procura algo sobre rugby e acha isto aqui:

Mas que p@##a é essa? Sério neozelandeses, o que significa isso aí? Uma auto-afirmação de virilidade incondicional? Uma brincadeira violenta e um tanto quanto imatura?  Não, trata-se de um haka, Uma provocação e um grito de guerra Maori para desafiar os adversários da Seleção Neozelandeza de Rugby (mais conhecidos como os All Blacks). O haka Ka Mate , algo como:

Ka Mate,ka mate! Ka ora, ka ora!

Ka Mate, ka mate! Ka ora, ka ora!

Tenei te tangata puhuruhuru

Nana nei i tiki mai whakawhiti te ra

A, upane! Ka upane!

A, upane, ka upane, whiti te ra!

Que traduzindo dá algo como:

Eu posso morrer, eu posso morrer! Eu posso viver, eu posso viver!

Eu posso morrer, eu posso morrer! Eu posso viver, eu posso viver!

Este é o homem peludo que trouxe o Sol e o faz brilhar!

Um passo pra cima, outro passo pra cima!

Um passo pra cima, porque o Sol brilha!

Este canto surgiu depois que um exército guerreiro Maori liderado por Te Raupahara escapou de uma tribo rival num esconderijo. Eles foram salvos por um líder tribal amigável (o homem peludo), que abriu a porta do esconderijo mostrando a saída (o Sol que brilha). O canto então é uma alusão direta aos antigos costumes dos guerreiros Maori.

O chefe tribal Te Raupahara.

Cultura é bacana, mas e o rugby?

 O rugby tal como nosso futebol  é um esporte bretão. O rugby fez um sucesso imenso nas ex-colônias inglesas, tais como a África do Sul, a Austrália e a Nova Zelândia. Este esporte teria surgido com uma jogada irregular no futebol tradicional, quando um esperto tentou  correr com a bola de futebol nas mãos. O jogador seria do colégio Rugby e aí o nome e a modalidade pegaram.

O esporte evoluiu e criou regras bem específicas de campo (com as famosas jardas em que os jogadores avançam) com 15 jogadores dispostos em linha reta com funções bem específicas. Deixo para as meninas explicarem melhor as regras do rugby:

Quanto ao All Blacks, a Seleção Neozelandeza de Rugby ganhou este apelido depois que um jornal os chamou de All Backs ( Todos na retaguarda). O nome foi interpretado incorretamente e os Blacks foram assimilando o apelido até nos uniformes pretos. Eles são sem sombra de dúvida a melhor equipe de rugby que há. Desde a conquista da primeira Copa de Rugby, em 1987 até hoje. Título este que o time voltou a ganhar em 2011. A principal disputa no rugby consiste na Copa Tri Nations, disputada entre Austrália, Nova Zelândia e África do Sul.

Uniforme dos All Blacks

E quem é o grande nome do Blacks?

Provavelmente estaremos falando de Jonah Lomu. Com seus 1,96 metros e seus 119kg, o neozelandês foi o mais jovem jogador a integrar o Blacks (com 19 anos) e desde então tem sido o jogador de maior destaque do time, quase  uma estrela global. Lomu ficou famoso na posição de wing (finalizador de jogadas) do rugby. Ele se aposentou em 2007 mas deixou uma legião imensa de fãs pelo mundo. Seu avanço de pura força física era conhecido como o “Tongan ‘sidestep” que era irrefreável :

 Outros grandes destaques são Dan Carter, o maior pontuador e um dos melhores fly-half do rugby (o fly-half é o primeiro a receber a bola em disputa):

E também vale um destaque para o Fullback Doug Howlett:

Mas alguém tá se importando? Espero que sim!

E eu relembro da campanha da Topper sobre Rugby:

Vale lembrar que a Topper não está de sacanagem, ela patrocina as equipes de rugby nacionais masculina e feminina desde 2009, fornecendo os uniformes. O rugby tem se tornado cada vez mais popular em nosso país, ainda que isto seja muito pouco, mas vai que rola? Se um dia rolar, veremos gente com a camisa do All Blacks nas ruas ao invés do Barcelona.

Gustota Ka mate, ka mate,  ka ora, ka ora! 

Sexta- Feira Hipster: Janelle Monáe – Andróide com suingue.

 

Quando muitos achavam que o Rock in Rio IV seria mais do mesmo, sem nenhuma novidade significativa, surge esta pérola no palco:

A cantora de 26 anos só está começando a fazer seu nome, mas já está trazendo algo totalmente novo  para o R&B e o pop em geral. Nascida no estado do Kansas (o mesmo da Dorothy do Mágico de Oz) , Janelle sonhava em ser uma artista desde criança, cursou teatro na Philadelphia e formou um grupo de artistas juntamente com BigBoi (a parte menos popular do Outkast), chamado Wondaland Arts Society. Você pode ver quase todos todos eles neste clipe:

Através de BigBoi, Janelle foi apresentada para o Puff Daddy (ou Pimp Daddy, ou Sean Puffy Combs ou seja lá qual nome ele estiver usando quando você ler isto) e fechou contrato com a sua gravadora, a Bad Boy Records para gravar seu primeiro álbum.

Quem é Cindy Mayweather?

Com o lançamento do seu primeiro álbum, Metropolis: Suite I (The Chase) de 2007, somos apresentados à personagem Cindy Mayweather, uma androide fabricada em massa no ano de 2719 para satisfazer os desejos de uma alta classe dominante.

A história é contada no clipe de Many Moons:

O álbum inteiro faz um flerte com a ficção científica, como no single Violet Stars Happy Hunting!

Cindy (a original) teria voltado no tempo para libertar o povo do domínio de uma organização chamada The Great Divide. O primeiro álbum consiste na primeira parte (suite I) e o seguinte The ArchAndroid (de 2010) nas partes 2 e 3 (suites II e III). da saga de Cindy. O álbum parece uma mistura musical-conceitual de Prince, Michael Jackson, David Bowie e Fugees com livros como os de Phillip  K. Dick e Asimov. A temática dos clipes e do visual do álbum parecem algo entre a ficção científica vintage, o steampunk, o funkadelic e o afromodernismo.

Além da Tight Rope já citada, também temos neste álbum a triste e poderosa Cold War (uma trilha sonora perfeita para um filme do James Bond):

Diferentemente do primeiro álbum que foi um sucesso apenas nos Estados Unidos, este lançou a cantora para uma carreira internacional de sucesso. Muitos críticos consideram ArchAndroid o melhor álbum de 2010.

Parcerias da Janelle.

Janelle virou a queridinha dos músicos hipsters, fazendo participações especiais em clipes e shows tais como os do Of Montreal:

O Fun.:

E a musiquinha de comercial Open Happyness, com Cee lo Green e Travis McCoy:

Janelle está preparando seu próximo álbum, e só resta esperar pra ver se será temático, se teremos uma nova trama emocionante e uma nova personagem, independente disso, boa música nós certamente teremos!

Gustota certamente compraria uma Cindy Mayweather!

 

 

 

 

Senshi Sports – Anderson Silva e o Huka-Huka.

Olhe para qualquer lado, ligue o computador ou a televisão, e  você verá  a cara de Anderson Silva. Desde a vitória sobre o até então imbatível Rich Franklin no UFC 64, garantindo assim o cinturão dos pesos-médios (até 84 kg), Anderson Silva foi amadurecendo como lutador e ganhando cada vez mais e mais destaque  na mídia e no imaginário popular.  Anderson é o garoto-propaganda do UFC em nosso país. As campanhas massivas de marketing feitas com o lutador tem popularizado o MMA e tirado a sua imagem de “rinha humana” que a luta possui com o público comum, tornando a luta o segundo esporte mais popular do Brasil.

Entre as suas peripécias, podemos destacar a participação no videoclipe da cantora Marisa Monte:

E numa campanha publicitária de sucesso do Burger King:

O lutador também lançou um livro, em que ensina através de fotografias,150 técnicas de luta:

Não obstante, mesmo com tamanha exposição na mídia, lança o documentário Anderson Silva: Como água, mostrando a preparação para a luta contra Chael Sonnen e um pouco de sua vida pessoal.

A empresa responsável por sua carreira e sua imagem na mídia é a 9ine de Ronaldinho (o fenômeno), que também agencia atletas como Neymar e o cantor Luan Santana. A agência organiza as campanhas publicitárias de Anderson e recentemente criou uma extremamente curiosa para divulgar o Amazoo, açaí que patrocina o lutador e vários outros atletas das artes marciais mistas:

A campanha mostra Anderson Silva visitando a aldeia dos índios Kamayurás na reserva do Xingu. A proposta de ter o melhor lutador brasileiro da atualidade praticando uma arte marcial ancestral é sensacional à primeira vista, mas peca seriamente em vários fatores. Primeiro, parece mais preocupada em divulgar a marca e o lutador que a tradição indígena. Segundo, por dar pouca importância para a luta, sem explicar as regras do esporte.

O huka-huka é uma forma de wrestilng em que os jovens disputam valores como força, virilidade e liderança. Os dois lutadores começam ajoelhados. O dono da luta, normalmente um chefe tribal ou grande lutador chama os lutadores pelo nome no centro da arena. Os dois andam de joelhos em sentido horário até se entreolharem e a luta começar efetivamente. A vitória consiste em derrubar o adversário por meio de takedowns com as costas no chão, areremesá-lo para fora do ringue ou tocar a parte anterior do joelho. A luta está ligada à ritos de passagem e acontece durante o chamado Quarup,  festival em que os indígenas do Xingu homenageiam os mortos ilustres.

Os Kamayurás são um povo ameaçado, como quase todas as tribos indígenas, sem espaço para o progresso do homem branco civilizado. Sua cultura é ameaçada não só pela perda de espaço, mas também recentemente, com a Usina de Belo Monte e o Novo Código Florestal que ameaçam o pouco que os índios conquistaram. Podemos observar a manifestação e revolta em índios como Kuana Kamayurá, que em nada mostra o comportamento passivo da campanha da 9ine:

Mesmo não sendo o objetivo principal da marca, você não deve simplesmente apresentar uma cultura milenar sem antes estudá-la para melhor apresentar sua cultura ao público. Talvez documentário sobre a tribo, fazendo Anderson Silva viver de fato com eles por período de tempo, treinando com os indígenas e conhecendo a rotina da tribo fosse o caminho ideal. Este formato foi utilizado com sucesso no programa Fight Quest (no Brasil, Mestres do Combate), que divulgou as lutas situando-as em sua cultura e conhecendo a sua forma de treinar:

Anderson está com a sua luta confirmada, novamente contra Chael Sonnen, em Las Vegas no UFC 148, no dia 7 de julho de 2012. Até lá veremos o talentoso Anderson brilhar em outras campanhas publicitárias e trazendo mais prestígio para o esporte. Talvez veicular um mini-documentário sobre  a luta e a cultura fosse o caminho ideal, como o programa Fight Quest fazia:

Gustota  gostaria de ver um lutador de huka-huka no UFC.

Art Noveu de John Dyer Baizley.

Você talvez nunca tenha ouvido falar da moderna banda de metal progressivo Baroness:

Mas nós vamos expor hoje não o trabalho da banda que ele participa como guitarrista, mas o seu trabalho de arte e tatuagem inacreditáveis de tão belos, que remetem ao art noveau europeu e a artistas como Egon Schiele e Mucha. Conheça um pouco do belo trabalho deste versátil artista que está ilustrando muitas das capas das bandas de metal alternativo e underground:


Sexta-feira hipster – parabéns, Roberto Silva!

A sexta-feira hipster de hoje está triste, melancólica e maquiada. Roberto Silva, o vocalista da banda The Cure está completando 53 anos neste sábado, dia 21 de abril. Roberto está para o movimento gótico como o David Bowie está para o glam, ou o Sid Vicious para o punk. Vamos entender um pouquinho do impacto cultural que este indivíduo causou na Inglaterra e no Mundo.

Robert James Smith nasceu dia 21 de abril de 1959, e desde 1976 é o líder e vocalista da banda de rock Easy Cure (que começou punk) e mudou seu nome para The Cure (de pós-punk). A banda tornou-se em poucos anos a mais popular das bandas alternativas, atingindo vários hits na rádio.

O primeiro single de sucesso do Cure foi Killing An Arab de 1978, baseado no sensacional livro de Albert Camus, O Estrangeiro, onde em certo momento, o protagonista Mersault assassina um árabe na praia:

O estilo da banda ainda era bem punk, mas com um ritmo mais lento e um pouco soturno. Este estilo confirmou-se menos punk e mais sombrio nos singles seguintes da banda, Boys Don’t Cry de 1979:

E Jumping someone else’s train, de 1980:

O quarto single, The Forest, finalmente definiria o estilo da banda: soturno, sombrio, claustrofóbico e com aquele forte sentimento de isolação. Nascia aí o pós-punk:

The Cure teria uma “trilogia maldita” com três álbuns extremamente sombrios de atmosfera desoladora e gótica com Seventeen Seconds, de 1980, Faith, de 1981 e Pornography de 1982:

Pornography talvez seja o mais “dark” e desolador dos álbuns da banda, com músicas extremamente longas e depressivas, como a faixa-título:

Ao longo da carreira, a banda passou pelos mais diversos estilos em outros nove álbuns. Sempre com sua característica pegada de pós-punk.

Roberto e amigos.

Roberto é amigão da garotada e está sempre ajudando bandas novas e participando de singles e projetos de outros artistas, como a banda Siouxsie and the Banshees:

O Davi de Boa:

O chato de galocha Billy Corgan:

O Korn (?):

O Blink 182 (???):

E a bandinha que faz musiquinhas de Super Nes, a Crystal Castles:

Você só não verá amizade ente Roberto e o tiozão da Sukita Morrissey, pois reza uma lenda urbana que os dois são inimigos mortais.

Roberto Cult.

Na cultura pop, o visual de Roberto influenciou várias bandas e personagens, como o Sandman de Neil Gaiman:

O Edward Mãos de Tesoura:

O visual das bandas Mystery Jets:

Da banda gótica sabor framboesa My Chemical Romance:

Além do próprio (inclusive como dublador) fazer uma participação no South Park, transformando-se em Mothra, a vilã do Godzilla contra Barbara Streisand:

E o filme This must be the place, que será lançado neste ano fazer uma referência clara a Robert com o personagem Cheyenne, interpretado por Sean Penn (conhecendo Sean Penn, eu acredito que ele será melhor Robert Smith que o próprio Robert):

Então saudações a este ícone cultura que vem alegras nosso blog, e esta sexta-feira hipster a partir de agora está in love!

Gustota era gótico quando pré-adolescente graça a esta figura!

Senshi Sports – Nova sessão.

Hoje começa a novíssima coluna esportiva do Senshi, todas as quartas -feiras aqui na página do Coletivo.

Senshi Sports irá tratar não de esportes diretamente, mas de todo o universo que permeia este mundo, os bastidores, os personagens, as histórias e os fãs.

A gana do esporte.

Para estrear a coluna, eu gostaria de falar sobre a gana do esportista, aquilo que o define, o quanto ele deseja ser um ser humano de destaque naquilo que ele fará e que nenhum outro conseguirá atingir. Acredito que algo que define bem o espírito dos esportes é o discurso do “pastor hip-hop” Eric Thomas para um time de basquete:

“Você não se importa com nenhum jogo de basquete, sobre o que está na tv ,você não se importa com ninguém ligando para você, te chamando para  uma festa. A única coisa que você se preocupa quando você está tentando respirar é obter algum ar fresco.
E quando você chegar ao ponto onde tudo que você quer fazer é ser bem-sucedido tanto quanto você quer respirar, você será bem sucedido pra valer.
E eu estou aqui para vos dizer, primeiro, que a maioria de vocês dizem que querem ser bem-sucedidos, mas vocês não o querem pra valer. Vocês só meio que querem. Vocês não querem tanto quanto vocês querem uma festa, vocês não quer querem tanto quanto vocês querem ser legais.
A maioria de vocês não querem o sucesso tanto quanto vocês querem dormir. Quantos perderam o sono mais do que amavam o sucesso? Estou aqui para lhes dizer, se você estiver indo ser bem-sucedido você tem que estar disposto a desistir de sono.
Você tem que estar disposto a trabalhar com de 3 horas de sono, 2 horas . Se você realmente quiser ser bem-sucedido um dia você vai ter que ficar acordado por 3 dias em uma fila , porque se você dormir, você pode perder a oportunidade de ser bem-sucedido. Isso é o quanto  você querer isso pra valer.
Você tem quer ser bem-sucedido tanto que você se esqueça de comer.
Não vá dormir até ser bem-sucedido.
Não tente sair. Você já está com dor, você já está ferido. Obtenha uma recompensa por isso.
Você nunca será bem-sucedido até que eu não tenho que lhe dar um centavo. Até que você diga, eu não preciso desse dinheiro, porque eu tenho ele aqui. Você tem que estar disposto a qualquer momento a sacrificar aquilo que você é por aquilo que você quer ser. “

O pastor Eric Thomas nasceu em Chicago e se criou nas ruas de Detroit. Saiu da marginalidade e entrou para a pastoral aos 17, por intervenção de outro pastor. E.T., como é chamado tornou-se educador com p.h.d. em educação administrativa pela Universidade de Michigan e especializou-se em discursos e palestras motivacionais. Ainda que tenha ligações com a igreja, E.T. utiliza da realidade e da própria energia  pessoal dos indivíduos em seus discursos, tornando-se o guru favorito dos times e de esportistas individuais.

Aqui você confere o vídeo com o áudio deste discurso, mostrando atletas como Ali, Foreman, Mike Tyson, Ray Lewis e Floyd Manweather.

Eu acredito nestas sentenças de E.T. para o esporte. Do indivíduo que corre para perder peso ao atleta olímpico, todos buscam abrir mão daquilo que são para aquilo que querem ser, superar as suas próprias limitações, sejam elas físicas, financeiras ou pessoais.

Um vídeo que ilustra bem esta situação é este excelente comercial do Fight Night, a tradicional luta de boxe dos sábados na HBO:

Espero que vocês possam acompanhar e curtir com a gente mais esta sessão! Não esqueçam de mandar sugestões para nós!

Gustota wants to blog in the bad way!

Obs: As matérias anteriores de esporte do Senshi foram transferidas para esta sessão.