Arquivo mensal: janeiro 2012

St. Pauli é o time mais legal do mundo, e nem precisa jogar bola para isso…

Pode uma torcida fazer o time? No caso do St. Pauli, time alemão da segunda divisão, a torcida não só faz o time, como representa a massa mais apaixonada não só por futebol, mas por causas sociais, política e cultura. Originário de Hamburgo, o clube virou um fenômeno cult no momento em que se mudou para a zona portuária no início da década de oitenta. Na época, a sede do clube foi transferida para a rua  Reeperbahn, lugar famoso pela vida noturna intensa e pelas casas de “luz vermelha”. Os frequentadores da rua (intelectuais de esquerda e universitários) acabaram por se unir aos membros do time e assim começou o chamado fenômeno “kult” (o cult germânico). O Fußball-Club Sankt Pauli adotaria mudanças radicais com a nova torcida-intelectual-organizada do clube, entre elas banir a venda de ingressos a indivíduos de extrema-direita, que na sua maior parte representavam as fileiras de hooligans que assolavam o futebol na época. Também combateram a homofobia, tendo inclusive um presidente assumidamente gay.

O clube se define politicamente como anarquista-libertário e seu símbolo mais conhecido é a da bandeira pirata, eles se auto-intitulam Os Piratas da Liga.

 Qual o som que o St. Pauli usa para entrar no campo?

E para cada gol marcado:

Mas não é só isso, inúmeras bandas de rock alemãs são apaixonadas pelo St. Pauli e já a homenagearam:

E a Nike fez um tênis especialmente para tirar dinheiro dos fanáticos  os fãs apaixonados:

Mas e o futebol?

É, aí já é pedir demais. Os piratas da Liga  permaneceram na segunda divisão a maior parte dos anos 80, 90 e 00, sendo que na curta temporada de 01-02 na primeira divisão do futebol alemão (Bundesliga) eles derrubaram o poderoso Bayern de Munique, e detalhe, o goleiro da época era Oliver Kahn, eleito melhor goleiro alemão em 2000 e melhor jogador na Copa do mundo de 2002:

Mas o que fascina no time não são as vitórias no esporte (que são pouquíssimas), mas a fidelidade do público em todos os momentos.  O time quase foi à falência em 2003, sendo salvo pela venda de material promocional do time e por eventos como um jogo beneficente contra o Bayern. Nessa temporada inclusive o time caiu para a terceira divisão e ficou lá por três anos. A torcida não só permaneceu com o time como encheu com seus 14.000 sócios as partidas que normalmente teriam pouco mais de 1000 torcedores. Na temporada de 2010 o time sofreu 11 derrotas consecutivas na primeira divisão, caindo novamente para a segunda divisão. O treinador Holger Stanislawski ao invés de sofrer uma represália, foi ovacionado pela torcida pelo seu trabalho com o time nos anos anteriores.

O poder do St. Pauli consiste talvez em brigar por causas que estão além do esporte e atrair pessoas que normalmente não ligam para futebol. Entre elas, a uma campanha por água potável em Ruanda no ano de 2005. O St. Pauli tem inclusive um grupo de fãs apaixonado no Brasil, como pode ser conferido nesse blog.

Entre os simpatizantes e fãs famosos estão os integrantes do Asian Dub Foundation, Turbonegro, Sisters of Mercy, Bad Religion e Gaslight Anthem:

                                                 Alex Rosamilia, guitarrista do Gaslight Anthem com boné do St. Pauli.

Dica da leitora Bárbara Silva!

Gustota está quase virando torcedor do St. Pauli depois de acabar essa matéria..

Novo trailer do Game of Thrones, mas e daí? Temos mashup dos Goonies!

Ok, todo mundo já viu o novo trailer da segunda temporada do Game of Thrones, com promessas muito sangue, violência e  uma temporada maneiríssima. Se não viu, veja agora:

Coisa linda, mas eu curti mesmo foi esse Mashup dos GeekyNights substituindo uma confissão épica por outra confissão mais épica ainda!

Não está reconhecendo? Vamos refrescar sua memória:

Bleehhhhh… o Gordo sempre foi meu favorito!

Gustota espera que alguém com mais iniciativa faça a versão dublada desse Mashup! E espera Game of Thrones season 2 também!

Rock’n’harp. Sim in harp

Olá queridos!

Vim mostrar pra vocês a música pop e o nosso querido rock’n’roll de uma forma única e eu diria até mesmo angelical.

Trata-se do trabalho das Harp Twins – Camille and Kennerly, elas fazem um trabalho belíssimo unindo a música pop e música erudita, tocando desde grandes clássicos do rock como Led Zeppelin, Beatles, Jhonny Cash até hits atuais como Lady Gada e Coldplay com harpas. As gêmeas começaram em recitais de escola e festas de bairro, o seu trabalho foi ganhando visibilidade e fez com que elas tocassem em grandes palcos, inclusive já tiveram na platéia ninguém menos que Barack Obama.

As moças também participam de diversos trabalhos voluntários, são faixas preta e instrutoras de Tae Kwon Do (as duas), fazem comerciais, participaram de documentários no Discovery Channel e Discovery Health Channel, tocaram em trilhas de filmes e seriados e sabem linguagem de sinais (ufa), moças prendadas ne?

Confiram o trabalho lindo delas.

Começando com Bad Romance, olha não sou muito fã da Lady Gaga mas essa versão é de brilhar os olhos.

Essa é uma das minhas preferidas e elas estão especialmente belas nesse clipe, Dream On do Aerosmith com harpas elétricas.

It’s My Life – Bon Jovi, achei que a introdução ficou até mais bonita que a original ^^

Como não podia faltar, Beatles   *-*   Dispensa comentários

Pra fechar a mais emocionante, incrível versão de Stairway to Heaven – Led Zeppelin

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Espero que tenham gostado!

Abraços

As leituras de sábado à noite: O Pequeno livro dos Beatles reconta a melhor era do rock em quadrinhos.

Fale sobre Beatles e o fã de rock logo saca a sua carteira, mas não se preocupe que essa obra não é caça-níquel. O Pequeno livro dos Beatles, se não é a mais completa, é a mais saborosa biografia do fab 4.  O quadrinista francês Hervé Bourhis decidiu por fazer uma biografia completa narrada em caricaturas de fotos originais e  de capas de álbuns. Temos então nesse livro uma fotonovela desenhada  que cobre desde a pequena Liverpool em 1940 até as carreiras solo dos integrantes remanescentes em 2009.

O charme do livro começa pelo formato: quadradinho igual um disco de vinil, material do qual é feita a contracapa. O quadrinho reveza um preto-e-branco tradicional com um colorido belíssimo, extremamente fiel às capas originais. Como foi dito, não espere uma história em quadrinhos linear, mas um apanhado de pequenas anedotas, dados biográficos e inúmeras curiosidades da saga dos quatro músicos. Não só isso, a obra mostra também a trajetória (ano após ano) de outros músicos, de personagens da vida dos Beatles como o empresário Brian Epstein, o pai de John Lennon e o eterno “cara mais azarado do mundo” Pete Best que abandonou o cargo de baterista dos beatles, passando a vaga pro Ringo Starr. Os filmes, livros e documentários a respeito dos Beatles são apresentados assim como as suas influências e preferências musicais.

Todas as curiosidades dos Beatles são exploradas nesse livro, desde a morte do Paul, as músicas ao contrário, os bastidores de gravações e de shows, as polêmicas com Yoko Ono, com a Apple e os conflitos internos. Outro detalhe que me chamou a atenção foi certa antipatia do autor com os arqui-rivais dos quatro de Liverpool, os meus adorados Rolling Stones. Eu me pergunto se o autor desgosta dos músicos ou só está alimentando polêmica, afinal esse é um livro dos Beatles. Entre as várias alfinetadas uma em especial com esse álbum (e sua estranha capa), o Their Satanic Majesties Request:

As críticas aos álbuns são sensacionais, como a do Sgt. Peppers, em que ele não diz absolutamente nada com nada, afinal tudo já foi dito sobre esse álbum, a desmistificação do Álbum Branco e os elogios rasgados ao Rubber Soul. As comparações também são muito interessantes, como por exemplo essa música da carreira solo do Ringo:

E a Take me out, do Franz Ferdinand:

No geral, O Pequeno livro dos Beatles é uma obra de quadrinhos jornalística sensacional, um livro para se ler em um dia e guardar, caçar todos os álbuns apontados (se já não os tiver) as homenagens, os álbuns satíricos…enfim, uma peça de coleção para obrigatória para beatlemaníacos e fascinante para quem gosta de boa música.

Porque ler Beatles num sábado à noite?

Depois de tudo você ainda está na dúvida se vai ler um livro com a biografia dos Beatles? A banda que criou quase tudo do que se tem notícia, o videoclipe, os álbuns conceituais, a popularização dos gurus… Tudo bem! Não precisa se dar ao trabalho de comprar o livro pois saiba que o Coletivo Senshi está sorteando esse livro na mossa promoção de 10.000 views! Posso dizer por experiência pessoal que não era tão fã assim dos Beatles, sempre preferi os Stones. Mas o livro me fez entender a importância do fab4 para a formação da identidade cultural dos jovens desde os anos 60 até os dias de hoje. Posso realmente afirmar que os Beatles foram os músicos de rock mais importantes que já existiram e a Beatlemania de nada é exagerada. Não há como não simpatizar com o amadurecimento dos músicos nem como não odiar o Mark Chapman pelos tiros em John Lennon. Não há como não se solidarizar com os Beatles em momentos de dificuldade, como na morte de Linda Mccartney ou com câncer de George. E não há como não cantar I wanna hold your Hand, Ticket to Ride, Help! e Yellow Submarine durante a leitura.

Para finalizar, deixo aqui aquele que talvez seja o primeiro videoclipe da história, o maravilhoso Strawberry Fields  Forever:

E uma música solo do meu Beatle favorito:


Aaaaalllellluiiiiaaaa!!! Harrrrreeeeeee Krishhhhnnnaaaaa!!!!

Charlie Brown atinge a puberdade

Sim. A puberdade chega para todos, até mesmo para Charlie Brown. O personagem calvo e melancólico da série de tirinhas “Peanuts” (ou Minduim, como foi conhecida no Brasil) é retratado no vídeo abaixo atingindo a puberdade e passando por alguns constrangimentos que essa fase trás.

Só por curiosidade, Charlie Brown e sua turma foram criados em 1950 pelo cartunista americano Charles Schulz. Já aparecerem em mais de 2.600 jornais e foram traduzidas para 40 línguas. Devido a todo este sucesso, uma série animada com a turma foi criada em 1973.

Aquele abraço,

Copiar e compartilhar não é roubo

Olá lindos e lindas do Senshi!

Bem, com todo o falatório que vem sendo feito sobre pirataria, download de arquivos, direitos autorais, ficou em pauta a figura do ‘downloader-fã’ (sim eu criei a expressão agora) aquele que baixa para consumo próprio, encaminha o que gosta para os amigos, compartilha material nas redes sociais e não quer ganhar dinheiro com isso, acredito que baixar músicas e filmes não demonstra nada mais que interesse e aprovação pelo trabalho do artista, de forma que essa figura não deveria ser vista como vilã da história. Infelizmente a indústria pensa de outra forma, continua agindo com censura e rigidez, com seus artistas multimilionários, álbuns caros e shows quase inacessíveis, o acesso à arte – que já não era fácil- está cada vez mais difícil.

Enfim, há algum tempo amigo havia me mostrado um vídeo que expressa de maneira simples e mega criativa essa relação cópia-roubo.

Dêem uma olhada.

O vídeo “Copiar não é roubo”, é uma animação de Nina Paley para o projeto questioncopyright.org

Quem te viu, quem te vê, Luíz Caldas!

Sexta Feira Hipster: Dubstep – wuwuwu-wub!

Muito se fala (ou se posta) a respeito de dubstep, mas o que seria isso exatamente?  Um movimento? Um estilo musical? Uma dança?

Não, não é tão confuso assim. Busquemos as origens do dubstep:

A cena inglesa:

Os movimentos musicais sempre estiveram ligados à juventude, à sede por coisas novas e a busca por transgressão. A energia, as drogas e a ideologia do rock foram bem características das décadas de 60, 70 e 80. Dos anos 90 pra cá a força de novidade e transgressão caracterizam mais a música eletrônica, as raves e os DJ’s. Um dos grandes responsáveis por isso foi esse homem:

O jornalista e empresário musical Tony Wilson popularizou o movimento Punk Rock depois de assistir ao primeiro show dos Sex Pistols, foi sócio-fundador Factory Records, responsável por lançar bandas como Joy Division, New Order, Happy Mondays e fundador da casa noturna Hacienda. Sua história de vida foi retratada no filme 24 Hour Party People (no Brasil, A Festa Nunca Termina) de 2002. O filme apresenta um momento singular na história da música ocorrido na Hacienda, onde o DJ, intermediário entre os músicos e o público, passa a ser considerado um artista também e é aplaudido como tal. Na Hacienda surge o chamado “Acid House”, com DJ utilizando o sintetizador TB-303, o público indo para boates dançar as batidas eletrônicas e tomar a droga do momento, o ecstasy.

Entre os estilos difundidos pelos DJ’s estavam o Trance, o Drum and Bass, o Jungle e o UK Garage. o UK Garage se dividia em  vários sub-gêneros como o 2-step e o grime. O 2-step caracterizava-se por não possuir um ritmo regular, tendo várias quebras na música e batidas variadas:

O grime usa de batidas complexas e fusão com o hip-hop. Um expoente do estilo é Dizzee Rascal:

Algumas músicas 2-step foram remixadas em dub, um sub-gênero do reggae Jamaicano bastante difundido na Inglaterra. A combinação do Dub instrumental e experimental com o 2-step daria origem ao que chamamos hoje de Dubstep. Os remixes de músicas em dubstep ficaram muito populares na casa noturna Plastic People de Londres no início do novo milênio e no programa de John Peel pela rádio BBC  entre 2003 e 2004. Outro grande difusor foi a loja Big Apple Records, especializada em hardcore e música eletrônica.

O Estilo chama a atenção da mídia especializada no início do século XXI. Revistas e Sites de prestígio como The Wire e Pitchfork dedicaram espaço para o dubstep. Percursores como Plasticine e Skream  ganham espaço na grande mídia:

Músicos do mainstream usam referências do som Dubstep, tais como Britney Spears:

Rihanna coloca remixes em dubstep no seu álbum Rated-R:

Magnetic Man é o primeiro a ter uma música em dubstep nas paradas de sucesso:

Katy B e Chase & Status também atingem as paradas. Vários músicos pop têm suas músicas remixadas em dubstep e o estilo atinge de vez o grande público.

Pós-dubstep e americanização.

Apesar de nunca ter sido um estilo bem definido, muitos críticos musicais consideram a nova onda de produtores e DJ’s de Dubstep iniciada em meados de 2008 como músicos de pós-dubstep por incluírem outros estilos musicais ao som original, tais como James Blake e Mount Kimble:

Os americanos e canadenses também começam a produzir Dubstep. Entre eles, o mais destacados  são o DJ canadense Deadmau5 e o americano Skrillex:

De certa forma, Os artistas e produtores do pós-dubstep e do dubstep americano soam com um formato mais “escutável” de dubstep, o que revolta os puristas que consideram o popstep (o dubstep das paradas de sucesso) e o brostep (o dubstep americano) completamente descaracterizados do som e do estilo original inglês.

Wubb-wubb-wubb.

O Wooble-bass, aquela famigerada linha de baixo pesada e distorcida é o elemento mais característico do dubstep. Em algumas músicas ela é repetida à exaustão, sendo também uma das principais críticas ao estilo musical. O jornalista musical Simon Reynolds do “The Guardian” chegou a relacionar o efeito hipnótico e dissociativo da ketamina (anestésico veterinário utilizado como droga) com a música dubstep, pois somente os drogados de ketamina conseguiriam criar uma música tão desconexa quanto dubstep.  Sátiras pululam na internet, entre elas o espetacular dubstep karaokê:

e a “como seus pais escutam dubstep”:

No Brasil.

Por aqui o estilo já toca nas pistas desde 2005 no Vegas Club, em São Paulo na festa Tranquera. Alguns Dj’s fazem Dubstep por aqui, tais como Diko Killah e Bruno Belluominni:

http://soundcloud.com/zerodiscokillah

E o dubstep continua.

Gostando ou não desse estilo tão controverso, não há como negar que ele está causando barulho, independente de você considerá-lo o futuro da música eletrônica ou a sonoplastia dos peidos de um robô.

Ainda poderia falar de inúmeros outros DJ’s e produtores como Caspa, Diplo, Steve Aoki e outros que flertam com o estilo mas o espaço é curto e a cena imensa..

Para finalizar,  deixo aqui o sensacional videoclipe do Skrillex, onde um pedófilo stalker é castigado ao som de dubstep:

Gustota não consegue dançar dubstep, mas já viu alguém conseguir:

Os 15 personagens mais ricos da ficção.

A revista Forbes divulga anualmente a lista dos homens mais ricos do mundo e também a lista dos personagens mais ricos do universo da ficção. Os critérios de avaliação são um pouco nebulosos, já que em muitas das obras ficcionais a moeda não existe no mundo real e a quantidade seja apenas estimada por dados das obras. Mas não deixa de ser interessante e até plausível essa lista de 2011:

 

 

 

1° Tio Patinhas : O indivíduo mais rico de Patópolis possui uma fortuna estimada em $44,1 Bilhões, tendo sua origem principalmente na mineração e caça ao tesouro. A conquista favorita do tio de Donald é a moedinha #1.

 

 

 

 

 

2° Carlisle Cullen: O segundo da lista soube aproveitar sua imortalidade. Enquanto o Highlander gastou os séculos cortando cabeças, Carslile Cullen da saga Crepúsculo fez investimentos seguros e aproveitou da especulação durante os seus 370 anos para acumular um patrimônio de $3,6 bilhões.

 

 

 

 

 

3° Artemis Fowl II: Quando você é o menino mais inteligente do mundo o que você faz? Estuda para se tornar acadêmico? Não! Você se torna um gênio do crime, rouba toda a fortuna dos duendes e ainda inventa o smartphone mais avançado de todos os tempos. Os roubos de Artemis lhe garantem nada menos que $13,5 bilhões e o terceiro lugar na lista.

 

 

 

 

 

4° Riquinho Rico: Um tanto óbvio, mas um pouco abaixo do esperado. As indústrias Rico já garantiram uma herança melhor para o jovem Riquinho, mas atualmente ele ocupa o quarto lugar com a quantia de $9,7 bilhões.

 

 

 

 

 

5° Zé Buscapé: Um emergente na lista.Com seu jeitão redneck e seus modos rudes, o Zé ainda tem dificuldades em aceitar a nova vida  proporcionada pelos $9,5 bilhões obtidos com o petróleo em suas propriedades.

 

 

 

 

 

6° Tony Stark:  Bilionário, playboy, filantropo, gênio da engenharia e Vingador. Tony Stark nos prova que é o melhor e mais competente super herói da Marvel. Seu poder? $ 9,4 bilhões de dólares. E sua maior fraqueza continua sendo o bom e velho Johnny Walker.

 

 

 

 

 

7° Smaug: O Tremendo, A maior das calamidades e outros nomes pomposos, Smaug certamente é o mais avarento da lista, protegendo 24 horas por dia sua fortuna em ouro e gemas no valor de $8,6 bilhões. Apesar de valiosa, essa montanha de ouro e jóias não deve ser muito higiênica, já que ele não sai de cima dela.

 

 

 

 

8° Bruce Wayne: O homem-morcego adora pagar de herói atormentado, mas além de cooperar com a desigualdade social em Gothan City, ainda oprime os marginais enquanto Batman. Não obstante, as Indústrias Wayne cooperam com a desigualdade mundial vendendo artefatos militares e deixando $7 bilhões para o herdeiro mascarado!

 

 

 

 

9° Senhor Monopoly: Especulação imobiliária não sai de moda, que o diga o Senhor Monopoly. Seu jogo já virou domínio público e ele continua aí fazendo seus $2,6 bilhões. Ainda acho pouco para o icônico personagem, será que ele foi afetado pela crise imobiliária americana?

 

 

 

 

10° Arthur Bach: Apesar de ter  protagonizado um dos piores filmes de 2011, Arthur, o milionário (que na verdade é um bilionário com $1,8 no banco) não perde a pose, principalmente sendo representado pelo aspirante a rockstar Russel Brand.

 

 

 

 

 

11° Jo Bennet: Jolene (Jo) Bennet herdou um negócio de peças de computador e transformou-o na poderosa Saber Corporation que  abocanhou a pequena Dundler Mifflin do seriado The Office. Suas medidas de administração incluem o “Print in All Color Awards”  prêmio para as minorias executivas. Seu lema é “Você só chega aqui trabalhando duro ou casando com um cara rico, eu fiz os dois”, garantindo assim seus $1,2 bilhões.

 

 

 

 

12° C. Montgomery Burns: O inescrupuloso proprietário da Usina Nuclear de Springfield é capaz de bloquear a luz solar para aumentar o uso de energia. Ele também é capaz de roubar doces de crianças, pagar empregados para se humilharem e já chegou a se auto-intitular um Deus. Com ou sem maldades, o capitalismo continua e o Senhor Burns mantém excelentes $1,1 Bilhões no banco.

 

 

 

 

13° Chuck Bass: Bad boy milionário teen, Chuck Bass têm a fortuna de $1,1 bilhões das indústrias Bass esperando por ele e todas as fofocas da Gossip Girl para baixar (ou aumentar) a crista do playboy.

 

 

 

 

 

14° Gordon Gekko: Greed is good, já diria o Gordon lagartixa. A mente mais maquiavélica de Wall Street possuía nada menos que $1,1 bilhões. Depois de tentar obter informações ilegais na compra da Bluestar Airlines, Gekko foi para a cadeia onde aprendeu que… nada! Ele escreveu um livro reafirmando suas teorias e voltou ainda mais faminto por dinheiro!

 

 

 

 

15° Jeffrey Lebowsky: O homônimo do Dude ( o nosso querido e grande Leboswky) gosta de pagar de filantropo e bom homem, mas sabemos que se você ferrar com ele, no outro dia uma ex-banda de rock alemã pode bater na sua porta, te espancar na sua própria casa e ainda mijar no seu tapete. Apesar das suspeitas de falência, a Forbes estima que ele possui  $1 bilhão.

 

 

 

A auditoria ficcional e as posições foram estabelecidas pela Forbes e em nada refletem a opinião dos donos desse blog!

PROMOÇÃO! Concorra ao Pequeno Livro dos Beatles!

Olá pessoal! Temos muitos motivos para comemorar, afinal o blog passou dos 10.000 views em menos de um mês! Então para presentear os leitores que apoiaram o início da nossa empreitada, iremos sortear no Twitter o Pequeno livro dos Beatles, de Hervé Bourhis. Esse livro em formato de LP é talvez a mais deliciosa biografia dos Beatles, totalmente quadrinizada com resenhas de todos os álbuns, inclusive dos álbuns solo dos integrantes do Fab4!

Para participar basta:

A promoção começa a partir de hoje, dia 26 e irá acabar dia 2 de fevereiro às 12:00. Não deixe de ler nesse sábado a resenha do Pequeno livro dos Beatles e muito obrigado pela sua audiência!